"É curioso como não sei dizer quem sou. Quer dizer, sei-o bem, mas não posso dizer. Sobretudo tenho medo de dizer, porque no momento em que tento falar não só não exprimo o que sinto como o que sinto se transforma lentamente no que eu digo". Clarice Lispector

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junho 05, 2016

A carona by Sophys


Saindo do trabalho toda atrapalhada cheia de bolsas só em pensar em pegar um ônibus lotado já tive vontade de chorar, buááááá.
Saindo do elevador dei de cara com Fernando um ex peguete pra lá de delicia.
Jesuissss, esse homem sabe enlouquecer uma mulher, 
sabe aquele homem que só  te olhar vc fica encharcada.
Sempre achei ele meio bruxo.Como assim????

Fernando muito gentilmente me ajuda já pegando algumas das sacolas e diz:
Fê - Novamente comprou o shopping todo, neh?
Dei uma gargalhada.
Fê - Onde esta seu carro te ajudo
Eu -Estou sem carro, hoje.
Fê - Puxa que sorte, estou indo para o seu bairro. quer uma carona?
Eu- CLARO!!!!

O banco do carona estava cheio de caixas então teria que me ajeitar no banco de trás.
Claro que aproveitei para tirar uma onda e comecei a chamar o Fê de Charles meu motorista.
Pra variar o transito estava horrível e  ele me olhava pelo espelho retrovisor e surgiu aquele papinhos. Vc lembra da gente juntos?
(Como esquecer)
Fê - lembra das nossas brincadeiras (sexuais, claro, neh, vcs não iam esperar outra coisa)
Dei um sorriso.
Eu - Sim me lembro. Nós nos divertíamos muito sempre gostei de um teatrinho.
Temos uma gargalhada. (Adoro homens q me faz rir).
Fê - Vamos brincar, voce pode escolher a brincadeira.
(Pronto encharquei!!!) 

Eu - Então agora você é meu motorista Charles e eu, sua patroa tarada.
A situação é essa mesma no transito e eu subindo as paredes.
Voce tem que ficar quietinho ai fazendo seu trabalho, me levar em segurança para casa.
Tirei minha calcinha lentamente coloquei dentro da bolsa,
 simplesmente abrir as pernas para bater uma siririca.
Charles ajeita o espelho retrovisor para apreciar melhor sua deliciosa patroa.
Abro a blusa e aberto os meus seios.
Me masturbo lentamente provocando meu pobre motorista 
que nada pode fazer além de admirar a cena.
Vou penetrando um dedinho dentro da minha bucetinha.
 dois dedinhos,
ops três.
Minha respiração se altera estou cada vez mais ofegante. minha bucetinha esta encharcada.
Desliso os dedinhos e massageio meu grelinho, delicadamente. Não consigo ver Charles. Mas continuo brincando com o meu sexo. Meu cheiro se espalha pelo carro. 
Abro minha bolsa e retiro meu amigo ( Davi - nome carinhoso do meu vibrador).
Charles -  Voce é impossível.
Dei um sorriso e brinco com o meu Davi para deleite do meu querido motorista.
Gozei várias vezes. E a brincadeira não parecia ter fim.
Quando percebo estamos em frente a minha casa.
Charles - Chegamos Madame, quer ajuda com os pacotes? Abrindo a porta.
Saio do carro arrumo minhas roupas, vou pegando os pacotes,
 deixando o pobre Charles admirar eu quase de quatro. 
esfrego minha bunda no seu pau duro como uma rocha.
Eu - Obrigada, Charles por hoje estou satisfeita.
Dei uma picota nos seus lábios e entrei no meu prédio sem olhar pra trás.
Me senti tão ordinária.
Bom, naquela noite Fê me ligou e fizemos sexo via fone. Ao vivo no dia seguinte.

By Sophys






agosto 29, 2014

No silêncio da noite - By Sophys


Era nossa primeira noite dormindo juntos.
Meus sentimentos eram confusos, mistura de culpa, medo e excitação.
Comprei para a ocasião uma camisola preta de seda com detalhes de renda,
calcinha bem vadia, transparente, pequena e
com um fio delicado que desenhava nos meus quadris.
Sai do banho pronta para "dormir".

Até parece...

Ele estava  assistindo TV,
nossas camas por um engano no momento da reserva eram de solteiro.
Pode?
Primeira noite dormindo juntos e iamos ficar separados.
Bah!
Claro que quando sai do quarto ele já tinha dado um jeito
 e iamos poder ficar juntinhos durante o nosso sono.
Deite ao seu lado encostei minha cabeça no seu peito.
Senti seu cheiro delicioso.

Me olhou e me beijou.


Subiu sob o meu corpo procurando o meu sexo
quando me tocou sentiu todo o néctar ávido pelo seu toque.
Comentou...
- Você esta deliciosa.
Beijou meu pescoço,
minha boca,
meus seios,
arrancou minha calcinha,
eu a cueca dele.


Veio pra cima de mim,
beijou meu umbigo subindo até minha boca,
procurei seu pau e esfreguei devagar pelos grandes lábios
 que se abriam para recebe-lo.
Fiquei brincando como se fosse um lápis de cor
desenhando todos os detalhes da minha buceta.


Ele colocou seu pau dentro de mim
entrando sem pressa como aquela noite tão especial merecia.
Senti cada cm entrando no meu corpo, ajeitando meus quadris
para facilitar a penetração.
Seu pau invadia meu corpo,
meus gemidos eram sussurros.
Seus olhos me fitavam o tempo todo.
Nossas bocas se procuravam
Os movimentos ficaram mais frenéticos
Nossos corpos colados,
suados,
 trêmulos
e ritmados.
Ele segurava meus seios com força,
 se encaixava cada vez mais forte dentro de mim.
Gozamos,
sem parar de nos olhar.
Por alguns minutos ficamos ali parados aproveitando
aquele momento tão difícil de ser conquistado.


No meio da noite acordei muito molhada
 nem ao menos me lembrava se tinha tomado um banho.
Ele estava ali do meu lado era só provoca-lo um pouquinho para acorda-lo.
Toquei meus seios os bicos estavam arrepiados e duros 
por cima da calcinha me acariciei em movimentos delicados de vai e vem.
Puxei a calcinha para o lado e toquei o meu sexo depilado, 
meus dedos deslisaram suavemente me abrindo toda, 
suspirei deslumbrada com o meu tesão. 
Fiquei me tocando.
Coloquei o dedo dentro e com movimentos de vai e vem
indo até onde conseguia alcançar. 


Ele ali, dormindo tão tranquilamente.
O fogo me consumindo querendo mais e mais.
Me masturbava em silêncio não querendo pertuba-lo,
toquei meu crelinho,
ele vibra com tanto prazer.
Gozei do lado dele...
Sem pertuba-lo...
Sem encomoda-lo...

Ajustei a minuscula calcinha o meu gozo espalhou encharcando o tecido.
Olhei para ele,
 me encaixei no seu corpo e adormeci.
De manhã...



Ai e outro conto depois te conto.
By sophys


maio 01, 2014

Mesmo distante - Conto By Sophys


Desta vez não deu certo...
Ele em Sampa e eu aqui imaginando,
 sozinho num quarto de hotel.
Minha imaginação fervia.
Noite agitada. 
Acordo cedinho e envio uma mensagem:
- Bom dia! Se voce acordar "animadinho" me manda uma foto.

Minutos depois
- "Bom dia! Com uma foto deliciosa.
Respondo:
- Amor... Quero fazer sexo por telefone...

Logo em seguida ele liga.

Sua voz cheia de sotaque e deliciosamente suave,
meu corpo tremia todo...
Disse cheia de propriedade:
- Quero que tire a cueca
Comecei me tocar, estava totalmente molhadinha.


Gemia suavemente em quando me tocava,
- Amor... Quero chupar seu pau como vc gosta?
Ele assume o comando
- Vc esta descendo pelo meu peito,
com uma das mãos já arranca meu pau pra fora e abocanha.

Me chupa com suavidade primeiro,
lentamente,
 depois com força apertando com os lábios,
 segure a base do meu pau.
Minha mente imaginava o pau  gostoso e tezo.
Era capaz de visualizar a primeira gota do mel que dele escorria.



- Amor... estou me tocando pra vc...
Gemi baixinho ao seu ouvido
Fechei os meus olhos e dexei sua voz me conduzir ao um delicioso orgasmo.
Amor, preciso de um banho - disse ele
Tb preciso...
 No chuveiro me masturbei mais uma vez pensando no seu toque,
no gosto da sua boca,
nos dias longos longe dele.

Toda forma de amor vale a pena?
Com certeza se te reverte para o melhor que existe em nós.



By Sophys



janeiro 19, 2014

Nosso encontro - Terceira parte - Despedida - By Sophys


Despedida

Depois de três dias juntos,
conversando,
amando,
brincando,
fazendo compras,
 trocando presentes.
Estava chegando o momento da despedida,
Meu coração gelava. 
Como seria se afastar de alguém que me fazia tão bem?
Poderíamos conviver com isso?
A vida não perdoa os Amantes
e todos tem voltar a sua rotina.
Ele me acompanhou até o metro
Tinha umas coisas para fazer pelo caminho
Fomos conversando,
um clima estranho estava no ar...
O metro fica mais próximo.
O silêncio nos dominou.
Os passos eram mais pesados
As mãos se tocaram quase sem querem
Ele quebrou o silêncio 
querendo consolar o inconsolável
Iriamos nos afastar fisicamente.


Chegando no metro
Abraçamos-nos,
beijei seu rosto,
segurei sua mão pela última vez.
Desci a escadaria,
olhei para trás e ainda vi seu corpo sumir na multidão...



Hoje meu coração está cheio de esperanças
que novamente estarei na frente da porta do quarto de um Hotel 
e do outro lado ele estará me esperando.
Cheio de surpresas...

~.*


By Sophys




"Você deixou saudade
Você deixou saudade
Quero te ver outra vez
Quero te ver outra vez
Você deixou saudade".

Nosso encontro - Segunda Parte - Toques, cheiros e carinhos - By Sophys


Toques, cheiros e carinhos

Dessas coisa que não sabemos explicar,
parecia que sempre vivemos juntos,
tudo foi tão leve,
tudo tão natural.

Peça por peça cai no chão
As bocas se devoravam.
Os lábios unidos
As mãos exploram
A língua desenha
A mente vazia
Os corpos se encaixaram.
Os olhos se procuravam.
O ritmo frenético
O beijo que devora
As pernas tremulas
Gemidos intensos
Palavras sem sentido
Respiração ofegante
Corpos suados
Prazer intenso
O cheiro
O gozo misturado.
O cansaço.
O conforto do abraço
O silencio da cumplicidade

By Sophys






"Quando caminho pela rua lado a lado com você
Me deixas louca
E quando escuto o som alegre do teu riso
Que me dá tanta alegria
Me deixas louca".

novembro 10, 2013

Gosto de Absinto by Sophys


Olhei para o relógio 22 horas, não tinha a menor vontade de ir para casa.
Liguei o carro e sai da garagem, 
para minha surpresa a noite estava incrivelmente linda,
 a lua brilhava,
meu coração estava calmo, 
minha mente vazia.
Decidi ir para praia.
As ruas estavam tranquilas 
ao contrario do caos diario que se transformou meu querido Rio de Janeiro.
Parei o carro,
 peguei minha bolsa de praia, 
 me dirige até o quiosque onde comprei uma Ice gelatissima.



Tirei minhas sandálias,
 coloquei na bolsa e caminhei em direção ao mar.
Sentei na areia, abri minha Ice e fiquei bebericando 
observando o mar lambendo a areia em movimentos de vai em vem 
oras tranquilo, oras arrebentando com força. 
Me senti uma voyeur.



Ouvi uma voz suave.
- Oi...
Era um belo rapaz louro de olhos profundamente azuis, 
cabelos ligeramente cacheados, 
tatuagem no braço,
 corpo bem cuidado mas não ao ponto de ser ridiculizado pelos anabolizantes.
- Você não acha que é perigoso ficar aqui sozinha?
- Sim acho, mas não me importo.
Olhou nos meus olhos e disse:
- Então vou sentar aqui do seu lado e te proteger, o que acha?
- Com certeza me sentirei protegida.



Ficamos ali por alguns segundos sem trocar uma palavra. 
Somente observando o erotismo do mar.
Quando encostou seu ombro no meu. 
Olhei instantaneamente para Ele sua boca estava tão proxima da minha que recebi um beijo. 
Seus lábios tinham o gosto inebriante do Absinto, 
sua língua desenhava meus lábios e retirava o resto do baton.



Um beijo calmo tranquilo e profundo.
Passou seu braço pelo meus ombros e a outra mão tocou meu rosto com suavidade. 
Ficamos nos observando esperando a reação um do outro. 
Sentia-me segura, 
afinal ele não era um completo estranho, 
participava do meu grupo de volei de praia. 
A dupla dele já tinha arrasado com a minha,
 numa competição em comemoração ao dia dos Namorados.



A mão que acariciava meu rosto desceu para os meus seios apertou levemente o meu bico 
que já estava rigido com o beijo, acendendo o desejo por ser tomada em seus braços. 
Sua mão percorria meu corpo indo na direção das minhas coxas que estavam a mostra descuidamente
 por um vestido tecido muito leve.



Sua boca beijava meu pescoço e subiu até meu ouvido recebendo um gemido delicioso e roco. 
Meu corpo ficou totalmente arrepiado. 
Sua mão massageava com delicadeza meu clitoris, 
me sentia aburdamente molhada. 
Partipei com leves reboladinhas indicando onde deveria tocar.



Afastou minha calcinha enfiando  o dedo médio na minha buceta, 
continuei rebolando,
 ele observa meus movimentos explorando todo o meu sexo.
 Senti um desejo enorme de receber o pau dele dentro de mim.
Ele percebendo meus desejos agora enfiava dois dedos na minha bucetinha enxarcada.
Sua boca percorria meu pescoço e seios com tranquilidade
aproveitando cada milimentro do meu corpo.
Estava em puro extase os movimentos de tornaram intensos e
gozei deliciosamente na sua mão. 
Ele pegou o meu gozo me dando os dedos para chupar,
 sua boca veio ao encontro da minha.
Completamente excitada toquei seu pau que latejava sob o tecido do jeans que ele vestia.


Queria retribuir o gozo e como uma boa menina comecei acariciar o seu pau, 
abri o ziper e coloquei para fora. 
Massagei a ponta sentido as gotinhas do pré gozo. 
Levei minha boca até o pau e senti o sabor delicioso.



 Procurei sua boca e continuei a beija-lo sua mão se uniu a minha
 e batemos juntos uma deliciosa punheta o gozo veio forte jorrando a porra quente 
sob o frescor da areia.  
Ele me abraçou e ficamos por alguns segundos ali 
olhando o mar sem trocar uma única palavra.



Então quebrei o silêncio quando observei o relógio, já eram duas horas!
- Querido tenho q ir embora.
- Ok
Levantou-se pegou minha bolsa me deu um lindo sorriso,
 me acompanhou até o carro.
 Entregou-me a bolsa,
 peguei a chave do carro. 
Ele me auxilio abrindo a porta.
Sentei,
me beijou,
 fechou a porta. 
Esperou o carro parti.



Cheguei em casa onde fui recebida por Miáh minha gatinha, 
se ela falasse com certeza perguntaria aonde estava até essas horas. 
Ouvi uma musica que vinha de dentro da minha bolsa era " When no man loves woman" 
Não era o toque do meu celular... 
Abri a bolsa para minha surpresa tinha um celular desconhecido.
O nome que aparecia era Fernando, atendi:

- Alô... Em tom desconfiada
- Acho que voce ficou com algo meu... Terá q devolver...







setembro 14, 2013

Nosso encontro - Primeira parte - Coração disparado - Por Sophys


O Encontro

Depois de um certo tempo já estávamos tão perto um do outro
que a distância era um mero detalhe.
O detalhe que logo não existira mais.
Marcamos o nosso encontro desta vez tudo deu certo.
 Fui para Sampa encontrar-lo.
Ele estaria no hotel,
eu iria até Ele.
Cheguei na porta do hotel.
Fui autorizada a subir.
Degrau por degrau me sentia mais perto Dele.
Meu coração pulsava tão forte denunciando minha ansiedade.
Mil coisas na cabeça...


Quarto 230,
 lá estava eu,
 em frente a unica barreira de abraçar o homem que dando desejos me provoca.
Bati na porta.
Observo o girar da fechadura,
 a porta se abre lentamente,
não sei exatamente o que aconteceu,
quando dei por mim
estava pendurada no seu pescoço
 num dos abraços mais ansiados.
Fiquei ali alguns segundos,
 minutos não sei dizer,
sussurrei ao seu ouvido:
- Não me larga.
Ficamos ali abraçados
 o primeiro beijo.
o mundo para,
 naquele momento somos só nós dois.
Juntos,
nos olhando
nos beijando
nos tocando
sentindo a respiração um do outro
o alivio do fim da grande espera.

By Sophys



"Olhe bem no fundo dos meus olhos
E sinta a emoção que nascerá quando você me olhar
O universo conspira a nosso favor
A conseqüência do destino é o amor, pra sempre vou te ama".

agosto 02, 2013

Olhos tristes - By Sophys


Meu nome é Alicia sou enfermeira. Tenho muito carinho pelo meu trabalho e pacientes.
Contarei para vcs uma historia muito atipica que aconteceu comigo um dia desses.
Chega mais um  paciente no hospital assim como muitos, seus familiares chegam apreensivos e cheios de expectativas  sobre o estado clinico deles.
Numa manhã em especial quando entrei no quarto notei  um homem claro de cabelos curtinhos, bem vestido.
Mas...
Algo nele me chamou atenção seus olhos profundamente tristes.


Meu instinto inicial era abraça-lo não sei pq é uma rotina do meu dia a dia normalmente tento encarar tudo com muita naturalidade se não piro.
A boca dele tinha um desenho tão perfeito me senti totalmente atraida. Coisa não muito comum comigo.
Simplesmente comecei minha rotina de trabalho. Comprimentei os dois fiz todo o meu trabalho e tudo permaneceu na minha cabecinha imaginativa.


Alguns dias depois era meu dia de fazer Plantão.
Na minha pausa resolvi ir até o jardim na lateral do hospital, gosto de sentar num banco q existe bem escondidinho onde posso ficar quietinha sem ninguem me incomodar. Para minha surpresa " Olhos Tristes"
estava lá no meu refúgio.

Pensei em ir embora mas me aproximei, notei q ele fumava um baseado. Torci o nariz e fiz uma gracinha.
- Posso me sentar?
Ele sorriu e acenou com a cabeça q sim. Me ofereceu o baseado dei uma tragada forte segurei por alguns segundos e soltei, fiquei admirando o desenho da fumaça.


Ficamos em silêncio por um longo tempo.
Qdo ele me olhou e disse:
- Vc é uma mulher muito bonita.
Simplesmente isso.
Despertou uma louca dentro de mim e tasquei um beijo nele.



Me beija! Mas me beija com vontade, quero beijo com pegada, quero que você se entregue. Aguça meus sentidos, faça durar. Me pega, mas me pega com amor, me pega com calor, me faça lembrar disso pra sempre. Aumenta meus desejos, faz eu me sentir vivo, me faça sentir seu. Por um segundo, um minuto, uma hora, só faça, e faça bem feito.

Então me puxou para cima dele, senti sua mãos frias entrar no meu uniforme e rapidamente explorar por dentro da minha calcinha. Gemi como uma vadia louca. Estava completamente descontrolada.
Abri o jaleco e a camisa desapertei o sutien e ofereci meus seios para ele sugar. Ele começou a  passar a lingua no bico dos meus seios, em seguida sugava com tanta força q senti uma mistura de dor e tesão indescritivel.
Dentro da minha calcinha ele tocava meu grelinho massageando e se lambuzando.


Escorreguei pelo corpo em busca do seu pau.
Abri o cinto,
o botão,
o ziper,
quando vi sua cueca branca tipo samba canção,
puxei seu pau para fora q estava brilhante e soltava algumas gotinhas.
Passei minha lingua pegando todo seu suco pra  mim.
Olhei nos olhos dele e disse fale exatamente como vc quer q eu te chupe.
Quero te obedecer.



Ele sorriu e disse
-  Vc é doida?
- Sim sou...
Ele agarrou meus cabelos e disse:
- Vadia passe sua lingua pelo meu pau como se fosse um picole lambe bem devagar de baixo para cima ate atingir a cabeça.
- Encaixe sua boca na cabeça do pau e sugue.
- Passe sua lingua  nas veias do meu pau desenhe cada detalhe.


Simplesmente obedecia com cuidado olhando nos olhos deles sempre q possivel. Via seu olhos tristes se transformarem em uma fera e isso me deixava completamente molhada.

- Vadia, enfie meu pau todo na sua boca nada pode ficar de fora.
Ele forçou dentro da minha garganta provocando uma vontade enorme de vomitar me afastei um pouquinho continuei a chupar.


Ele falou não aguento mais senta no meu pau, quero comer sua buceta.
Levantei afastei minha calcinha e sentei de costas para ele, fui sentando lentamente ate um encaixe perfeito .
Agora eu estava no comando comecei a sentar e levantar engolindo por vezes o pau dele todinho. Minha bucetinha estava toda babada, lembrei q estava num lugar publico e alguem poderia estar assistindo tudo.
Fiquei mais excitada.
Iniciei movimentos de vai e vem mais freneticos.
Ele disse não aguento mais vou gozar. Continuei os movimentos de vai e vem tentando sentir todo o prazer q aquele momento me proporcionava.
Minha bucetinha latejava e pressionava o pau dele.
Em seguida ouvi um gemido, quase um uivo q ele soltara.


Levantei me virei para ele bejei sua boca e disse:
- Obrigada foi muito prazeroso.
Ele disse sempre que precisar estarei aqui.

Recoloquei a calcinha no seu lugar fechei o jaleco e confesso q sai quase q fugindo.
Nesse dia pedi para minha amiga trocar de andar comigo pq atenderia o andar q ele estaria, preferi evitar olhar aqueles olhos q me pertubavam tanto.



Pela manha fui para minha casa.
Sai quase escondida do hospital. Percebi a loucura q tinha feito seguindo meus instintos e nem me percebi do risco q corria.
Mas quer saber?
Faria tudo de novo...
Fui dormi e pensando será q aqueles olhos hj estão mais felizes?



julho 21, 2013

Era uma aula de Geografia. Marcelo Rubens Paiva



Era uma aula de Geografia.

Acidentes geográficos. Picos e morros, enseadas, restingas e placas, como os continentes se separaram, juntaram-se, comem-se, atropelam-se, terremotos e vulcões. Ela tinha muito sono. Estava no canto da sala, na primeira fileira, a voz da professora só piorava. Ela dormira tarde. Ela andava com insônia, e vinha depois o preço, o sono. Ela andava atormentada por um namoro fixo, muito nova, ainda. Ele era ciumento, daqueles, não a deixava olhar para os lados, conversar com outros, ter amigos. Ela andava com insônia, porque não sabia se a vida era assim, ou se mudava de.
Encostou a cabeça na janela, olhou o jardim do pátio regado, fechou os olhos. Placas tectônicas. Cruzou as pernas. Imaginou sozinha na sala. A porta aberta. E entraria alguém. Se deu conta, estava já molhada. A vista do jardim sumiu, a voz da professora se apagou. Ela sente tesão por algo que não sabe o quê, apenas isso, sozinha na sala, e entra alguém. O tesão aumenta, ela aperta as pernas, não emite um “a”, só pensa nisso, como assim, de repente, do nada?
Tesão, tesão, tesão…


Até esmagar uma perna na outra, vibrar com espasmos todo quadril, as cochas, as unhas cravadas na pele, como se tentasse impedir, não ali, não naquele instante, instante quer parece não acabar nunca, que não devia terminar, que dá sentido a tantas coisas e não faz sentido vir do nada, como uma rebelião das células, dos pensamentos secretos, segurando a bandeira do desejo, que vence a razão, a revolta do tesão hibernado. Como um terremoto que anuncia uma erupção, arrancando a paz de um campo em harmonia. Jorra larva que escorre, aquece. Magma.
Gozou. Sem ninguém perceber. Depois de minutos. Pelo jeito, ficou para sempre.
Isso aconteceu anos atrás. Ela nunca mais viu o namorado ciumento. Ela me contou com um ar superior:



“Vocês homens não conseguem gozar sem se tocar.”
Não. Acho que não.

junho 15, 2013

VAI PRESA OU VAI... By Anjos & Sophys


Em todos aqueles anos de empresa, tantos acontecimentos estranhos nada parecido havia acontecido.  Confesso que ainda tenho dificuldade de acreditar no que aconteceu naquela tarde.

Recebi uma ligação via PABX no meu escritório para descer na área de atendimento da loja para resolver um problema, na condição de diretor e gerente já sabia que não seria boa coisa...
Era uma tentativa de furto, da qual uma moça tentou levar numa sacola um item que pertencia à loja.
No ato da tentativa de furto o funcionário observou e fui logo acionado para resolver a situação desagradável.
Quando abordada sobre a situação a moça alegava que teria trago o artigo para troca e então resolvi fazer a confirmação através do sistema de monitoramento e segurança eletrônica. O que mais me chamava à atenção era a calma com que ela esperava o desfecho do acontecimento, cheguei até a pensar que o vendedor tinha sido injusto com a cliente, fiquei meio preocupado com a chance de processo por constrangimento legal. Quando confirmei que realmente era uma tentativa de furto, convidei a moça a ver as imagens, quando a casa caiu.


Ela começou a tremer,  seus olhos ficaram marejados e sua voz não era mais tão confiante.
Para preservar os direitos da moça e evitar aglomeração de curiosos, decidi leva-la para conversar no meu escritório, subi na frente e já ouvia seus lamentos implorando em baixo tom dizendo:
- Por favor, moço, não faça nada comigo.


Chegando à minha sala, fechei a porta e fui interroga-la.
EU - É a primeira vez que faz isto aqui na loja?
ELA - Sim (Muito nervosa e chorando).
EU - Já tinha fez em outros lugares?
ELA - Não.
EU - Você é casada tem pais, familiares?
ELA - Sim sou casada e tenho um filho e oito meses, meus pais são maravilhosos, jamais iriam me perdoar.
A mulher era linda, uma bela bunda e um par de seios abundantes e bem formados, quando chorou e envermelhou seu rosto ficou com ar de inocência e erotismo que me excitou.
Cheguei a pegar o telefone para chamar a policia e devolvi na base por piedade e compaixão ao ouvir seus pedidos de perdão.
Toda piedade e compaixão foram deixadas de lado quando ela disse que faria “qualquer coisa” para não chamar a policia e deixasse-a sair sem que sua família soubesse.
Indaguei:
-Tudo mesmo?
ELA - Faço qualquer coisa.
Nesse momento percebi um olhar malicioso.

Comuniquei aos funcionários que não queria ser incomodado de forma alguma. Tranquei a porta e ordenei de forma autoritária que se aproximasse de mim, ela se levantou, notei  um olhar de gratidão e medo isso me provocou mais desejo de possui-la, aproximou sua boca da minha e  me beijou, puxei pela nuca e devorei sua boca e língua. O beijo começou a ficar quente, os corpos começaram a se entender, se encaixar, se esfregar um ao outro.

Sua mão tocava meu pau duro e espremido na calça, passei minhas mãos em sua bunda gostosa por baixo da sua saia descobrindo uma pequena calcinha que enfiei em seu delicioso rabo, passei a língua no pescoço, ela foi abrindo minha calça pegando firme no meu caralho, em seguida abaixou e começou a beija-lo, engolindo com a boca quente e molhada. Fui bombando nessa deliciosa boca sentindo seus lábios apertarem meu pau. Ela levantou,  beijando minha boca novamente. Tiramos nossas blusas, beijei seus seios ao mesmo tempo que retirava seu sitiem com dentes famintos. Sentei na cadeira trazendo para meu colo, enquanto beija sua boca e chupava seus peitos a minha mão safada ia arredando sua calcinha e atolado o dedo em sua bucetinha molhadinha e lindinha.


Ela estava em estado de extrema excitação, sua boca começou a sugar e aos poucos foi pedindo para meter meu pau duro em sua bucetinha safada. Fui enfiando enquanto ela se encaixava lentamente, quando meu pau estava todo dentro dela, a moça foi cavalgando cada vez mais rápido.
Fui obrigado então a joga-la de lado deitada em cima da mesa e assim fui metendo rápido e forte do jeito que deveria ser. Joguei-me em cima da mesa e forcei meu caralho dentro dela até sentir seu útero tocar a cabeça do meu cacete. Nessa altura ela estava muito molhada sentia seu gozo escorrer no meu pau.


Seus apelos de tesão pedindo para meter tudo estavam ficando em tom alto e tive que dar minha rola para ele chupar um pouco e disfarçar o situação. Mas ela queria era ferro dentro o tempo todo. A virei de bruços em cima da mesa e logo me posicionei entre suas pernas, a intensão era foder sua xoxota mas quando ela ergueu sua bundinha deliciosa decidi ficar ali mesmo. Fui passando a cabeça do meu pau no cuzinho dela, ela disse:
- Não, ai nem meu marido eu deixo.
Disse com toda autoridade e calma:
- Não se preocupe. só vou tentar e se você não aguentar eu como sua buceta, cai então de língua em seu cuzinho ate notar que ela já estava pronta para receber meu pau dentro dela.



Sem eu dizer nada ela se jogou de quatro no chão e logo cai matando, fui metendo com cuidado para não assustar a garota, antes mesmo de entrar a metade ela disse com tom de conquista que estava conseguido e mandou eu meter meu pau gostoso todo dentro dela com força e rapidez:
Mete seu safado, mete logo esse pauzão gostoso e duro em mim, fui metendo até ela arranhar os chão com as unhas grandes e bem feitas, senti meu pau levar trancadinhas de tesão de seu cuzinho.
Os movimentos se tronaram mais acelerados, o gozo se aproximava.
Gozei deliciosamente no seu rabinho, guardei um pouco para jogar no seu rosto, e fiquei olhando essa ladra tão especial...


Vestimos nossas roupas e saímos juntos para porta de saída.
Ela olhou para mim piscou e disse:
- Talvez eu volte algum dia.
E partiu rebolando aquele delicioso rabo...