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"É curioso como não sei dizer quem sou. Quer dizer, sei-o bem, mas não posso dizer. Sobretudo tenho medo de dizer, porque no momento em que tento falar não só não exprimo o que sinto como o que sinto se transforma lentamente no que eu digo". Clarice Lispector

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novembro 10, 2013

Gosto de Absinto by Sophys


Olhei para o relógio 22 horas, não tinha a menor vontade de ir para casa.
Liguei o carro e sai da garagem, 
para minha surpresa a noite estava incrivelmente linda,
 a lua brilhava,
meu coração estava calmo, 
minha mente vazia.
Decidi ir para praia.
As ruas estavam tranquilas 
ao contrario do caos diario que se transformou meu querido Rio de Janeiro.
Parei o carro,
 peguei minha bolsa de praia, 
 me dirige até o quiosque onde comprei uma Ice gelatissima.



Tirei minhas sandálias,
 coloquei na bolsa e caminhei em direção ao mar.
Sentei na areia, abri minha Ice e fiquei bebericando 
observando o mar lambendo a areia em movimentos de vai em vem 
oras tranquilo, oras arrebentando com força. 
Me senti uma voyeur.



Ouvi uma voz suave.
- Oi...
Era um belo rapaz louro de olhos profundamente azuis, 
cabelos ligeramente cacheados, 
tatuagem no braço,
 corpo bem cuidado mas não ao ponto de ser ridiculizado pelos anabolizantes.
- Você não acha que é perigoso ficar aqui sozinha?
- Sim acho, mas não me importo.
Olhou nos meus olhos e disse:
- Então vou sentar aqui do seu lado e te proteger, o que acha?
- Com certeza me sentirei protegida.



Ficamos ali por alguns segundos sem trocar uma palavra. 
Somente observando o erotismo do mar.
Quando encostou seu ombro no meu. 
Olhei instantaneamente para Ele sua boca estava tão proxima da minha que recebi um beijo. 
Seus lábios tinham o gosto inebriante do Absinto, 
sua língua desenhava meus lábios e retirava o resto do baton.



Um beijo calmo tranquilo e profundo.
Passou seu braço pelo meus ombros e a outra mão tocou meu rosto com suavidade. 
Ficamos nos observando esperando a reação um do outro. 
Sentia-me segura, 
afinal ele não era um completo estranho, 
participava do meu grupo de volei de praia. 
A dupla dele já tinha arrasado com a minha,
 numa competição em comemoração ao dia dos Namorados.



A mão que acariciava meu rosto desceu para os meus seios apertou levemente o meu bico 
que já estava rigido com o beijo, acendendo o desejo por ser tomada em seus braços. 
Sua mão percorria meu corpo indo na direção das minhas coxas que estavam a mostra descuidamente
 por um vestido tecido muito leve.



Sua boca beijava meu pescoço e subiu até meu ouvido recebendo um gemido delicioso e roco. 
Meu corpo ficou totalmente arrepiado. 
Sua mão massageava com delicadeza meu clitoris, 
me sentia aburdamente molhada. 
Partipei com leves reboladinhas indicando onde deveria tocar.



Afastou minha calcinha enfiando  o dedo médio na minha buceta, 
continuei rebolando,
 ele observa meus movimentos explorando todo o meu sexo.
 Senti um desejo enorme de receber o pau dele dentro de mim.
Ele percebendo meus desejos agora enfiava dois dedos na minha bucetinha enxarcada.
Sua boca percorria meu pescoço e seios com tranquilidade
aproveitando cada milimentro do meu corpo.
Estava em puro extase os movimentos de tornaram intensos e
gozei deliciosamente na sua mão. 
Ele pegou o meu gozo me dando os dedos para chupar,
 sua boca veio ao encontro da minha.
Completamente excitada toquei seu pau que latejava sob o tecido do jeans que ele vestia.


Queria retribuir o gozo e como uma boa menina comecei acariciar o seu pau, 
abri o ziper e coloquei para fora. 
Massagei a ponta sentido as gotinhas do pré gozo. 
Levei minha boca até o pau e senti o sabor delicioso.



 Procurei sua boca e continuei a beija-lo sua mão se uniu a minha
 e batemos juntos uma deliciosa punheta o gozo veio forte jorrando a porra quente 
sob o frescor da areia.  
Ele me abraçou e ficamos por alguns segundos ali 
olhando o mar sem trocar uma única palavra.



Então quebrei o silêncio quando observei o relógio, já eram duas horas!
- Querido tenho q ir embora.
- Ok
Levantou-se pegou minha bolsa me deu um lindo sorriso,
 me acompanhou até o carro.
 Entregou-me a bolsa,
 peguei a chave do carro. 
Ele me auxilio abrindo a porta.
Sentei,
me beijou,
 fechou a porta. 
Esperou o carro parti.



Cheguei em casa onde fui recebida por Miáh minha gatinha, 
se ela falasse com certeza perguntaria aonde estava até essas horas. 
Ouvi uma musica que vinha de dentro da minha bolsa era " When no man loves woman" 
Não era o toque do meu celular... 
Abri a bolsa para minha surpresa tinha um celular desconhecido.
O nome que aparecia era Fernando, atendi:

- Alô... Em tom desconfiada
- Acho que voce ficou com algo meu... Terá q devolver...







2 comentários:

  1. Wow
    Acho que um novo encontro não será nenhum sacrifício. Rs
    Delícia de conto!

    Beijos

    Poline
    polineblue.blogspot.com

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  2. Isso sim é pescaria boa.
    Amei mesmo foi o golpe de mestre do moço;da brincadeira do telefone.

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