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"É curioso como não sei dizer quem sou. Quer dizer, sei-o bem, mas não posso dizer. Sobretudo tenho medo de dizer, porque no momento em que tento falar não só não exprimo o que sinto como o que sinto se transforma lentamente no que eu digo". Clarice Lispector

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junho 15, 2013

VAI PRESA OU VAI... By Anjos & Sophys


Em todos aqueles anos de empresa, tantos acontecimentos estranhos nada parecido havia acontecido.  Confesso que ainda tenho dificuldade de acreditar no que aconteceu naquela tarde.

Recebi uma ligação via PABX no meu escritório para descer na área de atendimento da loja para resolver um problema, na condição de diretor e gerente já sabia que não seria boa coisa...
Era uma tentativa de furto, da qual uma moça tentou levar numa sacola um item que pertencia à loja.
No ato da tentativa de furto o funcionário observou e fui logo acionado para resolver a situação desagradável.
Quando abordada sobre a situação a moça alegava que teria trago o artigo para troca e então resolvi fazer a confirmação através do sistema de monitoramento e segurança eletrônica. O que mais me chamava à atenção era a calma com que ela esperava o desfecho do acontecimento, cheguei até a pensar que o vendedor tinha sido injusto com a cliente, fiquei meio preocupado com a chance de processo por constrangimento legal. Quando confirmei que realmente era uma tentativa de furto, convidei a moça a ver as imagens, quando a casa caiu.


Ela começou a tremer,  seus olhos ficaram marejados e sua voz não era mais tão confiante.
Para preservar os direitos da moça e evitar aglomeração de curiosos, decidi leva-la para conversar no meu escritório, subi na frente e já ouvia seus lamentos implorando em baixo tom dizendo:
- Por favor, moço, não faça nada comigo.


Chegando à minha sala, fechei a porta e fui interroga-la.
EU - É a primeira vez que faz isto aqui na loja?
ELA - Sim (Muito nervosa e chorando).
EU - Já tinha fez em outros lugares?
ELA - Não.
EU - Você é casada tem pais, familiares?
ELA - Sim sou casada e tenho um filho e oito meses, meus pais são maravilhosos, jamais iriam me perdoar.
A mulher era linda, uma bela bunda e um par de seios abundantes e bem formados, quando chorou e envermelhou seu rosto ficou com ar de inocência e erotismo que me excitou.
Cheguei a pegar o telefone para chamar a policia e devolvi na base por piedade e compaixão ao ouvir seus pedidos de perdão.
Toda piedade e compaixão foram deixadas de lado quando ela disse que faria “qualquer coisa” para não chamar a policia e deixasse-a sair sem que sua família soubesse.
Indaguei:
-Tudo mesmo?
ELA - Faço qualquer coisa.
Nesse momento percebi um olhar malicioso.

Comuniquei aos funcionários que não queria ser incomodado de forma alguma. Tranquei a porta e ordenei de forma autoritária que se aproximasse de mim, ela se levantou, notei  um olhar de gratidão e medo isso me provocou mais desejo de possui-la, aproximou sua boca da minha e  me beijou, puxei pela nuca e devorei sua boca e língua. O beijo começou a ficar quente, os corpos começaram a se entender, se encaixar, se esfregar um ao outro.

Sua mão tocava meu pau duro e espremido na calça, passei minhas mãos em sua bunda gostosa por baixo da sua saia descobrindo uma pequena calcinha que enfiei em seu delicioso rabo, passei a língua no pescoço, ela foi abrindo minha calça pegando firme no meu caralho, em seguida abaixou e começou a beija-lo, engolindo com a boca quente e molhada. Fui bombando nessa deliciosa boca sentindo seus lábios apertarem meu pau. Ela levantou,  beijando minha boca novamente. Tiramos nossas blusas, beijei seus seios ao mesmo tempo que retirava seu sitiem com dentes famintos. Sentei na cadeira trazendo para meu colo, enquanto beija sua boca e chupava seus peitos a minha mão safada ia arredando sua calcinha e atolado o dedo em sua bucetinha molhadinha e lindinha.


Ela estava em estado de extrema excitação, sua boca começou a sugar e aos poucos foi pedindo para meter meu pau duro em sua bucetinha safada. Fui enfiando enquanto ela se encaixava lentamente, quando meu pau estava todo dentro dela, a moça foi cavalgando cada vez mais rápido.
Fui obrigado então a joga-la de lado deitada em cima da mesa e assim fui metendo rápido e forte do jeito que deveria ser. Joguei-me em cima da mesa e forcei meu caralho dentro dela até sentir seu útero tocar a cabeça do meu cacete. Nessa altura ela estava muito molhada sentia seu gozo escorrer no meu pau.


Seus apelos de tesão pedindo para meter tudo estavam ficando em tom alto e tive que dar minha rola para ele chupar um pouco e disfarçar o situação. Mas ela queria era ferro dentro o tempo todo. A virei de bruços em cima da mesa e logo me posicionei entre suas pernas, a intensão era foder sua xoxota mas quando ela ergueu sua bundinha deliciosa decidi ficar ali mesmo. Fui passando a cabeça do meu pau no cuzinho dela, ela disse:
- Não, ai nem meu marido eu deixo.
Disse com toda autoridade e calma:
- Não se preocupe. só vou tentar e se você não aguentar eu como sua buceta, cai então de língua em seu cuzinho ate notar que ela já estava pronta para receber meu pau dentro dela.



Sem eu dizer nada ela se jogou de quatro no chão e logo cai matando, fui metendo com cuidado para não assustar a garota, antes mesmo de entrar a metade ela disse com tom de conquista que estava conseguido e mandou eu meter meu pau gostoso todo dentro dela com força e rapidez:
Mete seu safado, mete logo esse pauzão gostoso e duro em mim, fui metendo até ela arranhar os chão com as unhas grandes e bem feitas, senti meu pau levar trancadinhas de tesão de seu cuzinho.
Os movimentos se tronaram mais acelerados, o gozo se aproximava.
Gozei deliciosamente no seu rabinho, guardei um pouco para jogar no seu rosto, e fiquei olhando essa ladra tão especial...


Vestimos nossas roupas e saímos juntos para porta de saída.
Ela olhou para mim piscou e disse:
- Talvez eu volte algum dia.
E partiu rebolando aquele delicioso rabo...






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